• Indústria
  • 11 de outubro de 2022

6 dicas para o controle eficiente de EPIs

Controle de EPIs: a sua empresa sabe como fazer?

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) têm um papel fundamental para o trabalhador. Afinal, eles ajudam a assegurar a saúde e a integridade física dos profissionais no ambiente de trabalho, evitando que sejam acometidos por riscos e ameaças. Mas a responsabilidade da empresa com a segurança de seus colaboradores não termina com o fornecimento desses acessórios. Além de entregar, monitorar o uso e fazer os treinamentos, é dever da empresa fazer o controle de EPIs, garantindo que sejam usados de forma adequada.

O controle de EPIs é a maneira como a empresa faz e organiza a gestão desses equipamentos, documentando desde a sua distribuição até o seu armazenamento e manutenção. Com isso, ela consegue saber, por exemplo, quando determinado EPI foi entregue e quanto tempo de vida útil ele tem. Esse simples acompanhamento é de extrema importância: ajuda a empresa a, de fato, garantir a segurança de seus trabalhadores e também a ter um respaldo jurídico em caso de situações que fogem do controle.

E como fazer esse controle de EPIs de forma eficiente e assertiva? Selecionamos seis dicas que vão ajudar a sua empresa a investir em técnicas para facilitar a rotina e os processos de documentação dos equipamentos!

6 dicas de como fazer um controle de EPIs eficiente

De acordo com a Norma Regulamentadora Nº 6 (NR-6), fornecer equipamentos de proteção individual para profissionais que atuam em determinadas funções ou ambientes é uma obrigação para as empresas. A própria legislação diz isso.

Assim, para garantir que a empresa esteja dentro da lei e consiga, de fato, oferecer maior segurança a seus colaboradores, o primeiro passo é manter um controle de EPIs. Esse controle nada mais é do que algumas técnicas que garantem a gestão deste processo.

Veja, então, seis dicas de como fazer isso!

1. Teste os equipamentos antes da distribuição e uso

Um dos primeiros passos que podem ser feitos pelo controle de EPIs é testar os equipamentos antes de distribuí-los aos trabalhadores. Embora os próprios fabricantes tenham por hábito fazer inspeções formais antes da venda, os produtos, ainda assim, podem estar sujeitos a falhas e erros. Então, nunca é demais realizar uma avaliação interna para garantir que os profissionais estejam, de fato, protegidos e confortáveis — afinal, o conforto é essencial para motivar o uso dos acessórios.

O que a empresa pode fazer, no caso, é analisar o uso e A aplicabilidade do produto em si: verificar se os tamanhos estão corretos, se todas as peças estão presentes e sem avarias e se os materiais utilizados não virão a causar alergias, por exemplo. Também pode ser interessante pedir um feedback para os próprios funcionários.

A mesma prática pode ser mantida também quando a empresa trocar de fornecedor ou, então, incluir um novo. Em vez de realizar uma compra maior, procure adquirir poucas unidades, a fim de testá-las e verificar a qualidade das peças.

2. Invista no treinamento dos funcionários a respeito do uso dos EPIs

Também faz parte do controle de EPIs oferecer treinamentos aos funcionários que precisam utilizar tais equipamentos. Afinal, é uma exigência da Norma Regulamentadora Nº 6 (NR-6) e, embora a responsabilidade do uso seja do funcionário, a empresa também possui a obrigação de monitorar a utilização e as condições das peças.

Sendo assim, a empresa deve, por exemplo, implantar uma cultura interna de prevenção e segurança, que prevê divulgações sobre a importância do uso do EPI e ensina algumas técnicas de conservação e higienização. Assim, a empresa estará tornando seus colaboradores cientes a respeito dos riscos que o ambiente oferece e como o uso dos equipamentos age para proteger sua saúde.

3. Mantenha um estoque de EPIs

Assim como fazem com produtos e mercadorias que colocam à venda, as empresas ainda podem manter um estoque de EPIs em suas dependências. Afinal, nunca é demais deixar algumas unidades de reserva, tanto para o caso da chegada de novos profissionais, como também para a necessidade de substituição de algum produto.

Para que esse processo seja eficiente, a empresa pode avaliar quais equipamentos têm mais fluxo e qual o tempo de vida útil eles possuem. E, com base nessas informações, traçar uma estratégia para manter um volume ideal de produtos no estoque sem muitos prejuízos.

4. Registre a entrada e saída de EPIs

Junto com o estoque, o controle de EPIs também deve manter um registro sempre atualizado com as entradas e saídas desses equipamentos. É imprescindível que a empresa conheça e monitore a situação dos EPIs que estão estocados e os que estão em uso. No caso do estoque, ela precisa saber quais deles devem ter preferência de uso, em razão do prazo de validade. E no caso do uso, quais deles passaram do vencimento e devem ser substituídos de forma preventiva.

5. Tenha um sistema de gestão

Como vimos, fazer o controle de EPIs exige um fluxo de informações extremamente minucioso por parte da empresa, o que torna o acompanhamento manual quase impossível. Por isso, é indispensável contar com a ajuda da tecnologia para fazer esse trabalho. Alguns distribuidores de EPIs disponibilizam software de gestão e controle de entrega que ajudam a armazenar todo histórico de dados de cada EPI e a organizar informações relevantes, como o tempo de uso, os prazos para manutenção e a necessidade de reposição.

Esse simples investimento faz com que a empresa tenha total controle sobre a gestão de seus EPIs. E evita também que ela venha a correr risco com falhas humanas, como esquecimentos e erros de preenchimento.

Além disso, a tecnologia permite que o controle de EPIs seja feito de forma integrada, com todos os setores tendo acesso aos dados e informações vitais para a Saúde e Segurança do Trabalho (SST).

6. Tenha bons fornecedores

Trabalhar com fornecedores de confiança é essencial para garantir a segurança e a integridade física dos profissionais da sua empresa. Afinal, não basta ceder EPIs aos colaboradores. É preciso que eles tenham uma qualidade mínima para, de fato, proteger a saúde das pessoas.

O ideal, no caso, é não depender apenas de um único fornecedor, mas manter uma rede de parceiros de confiança com quem se possa negociar. E nunca é demais reforçar: o preço não deve ser o único requisito da lista de condições. A qualidade dos produtos é tão importante quanto o valor a ser pago por eles. Tudo para evitar “dores de cabeça” no futuro.

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